Uma ligação UTM é um endereço normal do seu site com etiquetas acrescentadas no fim que dizem de onde veio quem clicou: de que e-mail, de que publicação, de que anúncio. O Google Analytics lê-as e mostra-lhe, por campanha, quantas visitas e quantos contactos trouxe. Sem elas, tudo o que vem de um e-mail ou de uma rede social cai no saco do “directo” ou do “outros”.
As etiquetas
| Etiqueta |
O que diz |
Exemplo |
utm_source |
De onde veio o clique (o sítio) |
boletim, facebook |
utm_medium |
O tipo de canal |
email, social, cpc |
utm_campaign |
O nome da campanha |
promocao-outubro |
utm_content (opcional) |
Qual versão: botão ou imagem |
botao-topo |
utm_term (opcional) |
A palavra paga, se for anúncio de pesquisa |
canalizador-urgencia |
Uma ligação completa fica assim:
https://asuaempresa.ao/promocao/?utm_source=boletim&utm_medium=email&utm_campaign=promocao-outubro
Criar e usar, passo a passo
| 1 |
Decida o nome de cada fonte, canal e campanha antes de começar, e escreva-os numa folha. O Analytics distingue maiúsculas de minúsculas: Email e email aparecem como coisas diferentes.
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Construa o endereço acrescentando ? a seguir ao endereço da página, e depois as etiquetas separadas por &. Se o endereço já tem um ?, as etiquetas juntam-se com &. Um construtor de ligações (a Google tem um grátis) evita erros.
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Clique na sua própria ligação depois de a pôr no sítio, numa janela privada, e abra o relatório de tempo real do Analytics para ver a visita aparecer com a campanha certa.
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Uma folha de nomes para não se perder
Em poucos meses há dezenas de ligações e ninguém se lembra do que quis dizer campanha1. Guarde uma folha de cálculo simples com as colunas data, fonte, canal, campanha, onde foi usada e endereço completo. Escreva sempre em minúsculas, sem espaços (use hífens) e com nomes que uma pessoa nova na equipa perceba. É o que separa um relatório útil de uma lista de siglas.
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Nunca ponha UTM em ligações dentro do seu próprio site. Quando alguém clica numa ligação interna com etiquetas, o Analytics pode passar a atribuir a visita a essa etiqueta e perder de onde a pessoa realmente veio. É um dos erros mais comuns. Também não ponha UTM em ligações para sites que não são seus.
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Etiquetas deixam o endereço comprido e feio. Para o partilhar, encurte-o com um serviço de confiança. Mas não o faça para e-mails de campanha, onde os filtros de spam desconfiam de encurtadores. Se uma ligação com UTM acabar por ser indexada, a canonical deve apontar para o endereço limpo (veja a canonical).
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As visitas das suas campanhas não aparecem no Analytics, ou o site não abre com a ligação UTM? Diga-nos a ligação completa e o que acontece.
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